sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Boas Novas 2013

Na correria e tensão do final de ano em atividades acadêmicas, tenho o maior prazer e felicidade em compartilhar com vocês a notícia de que o projeto que escrevi, concorrendo com todos os acadêmicos da Biologia Marinha da Univille, para o PIBIC Individual foi aprovado. Tendo início no ano de 2013. Com o tema voltado a zooarqueologia. Orientado pela Profª Doutora Dione da Rocha Bandeira, a qual quero agraceder pelas oportunidades que me disponibilizou ao longo desses anos de parceria no trabalho e amizade!


sábado, 24 de novembro de 2012

Ecossistema reficais do Brasil

Estudando para uma prova de Bentos, li que o limite sul dos recifes (presença de coral, na verdade) é Santa Catarina com apenas uma espécie (mostrando referência). Lembro que um professor disse que em SC não tem coral. Fui pesquisar e tinha um artigo na revista Ciência Hoje, de onde tirei este techo acima. Realmente, deve haver, registro de coral em Santa Catarina. Dessa eu não sabia. Vivendo, estudando e aprendendo. \o/

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Congresso Nacional de Botânica: Excurssões Científicas

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Informações que recebi por email a respeito de excurssões científicas que ocorrerão no 63º Congresso Nacional de Botânica, que acontecerá na UNIVILLE.

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Panorama Preliminar: VIII Encontro da SAB Sul

Bem, primeiramente a SAB Sul é uma regional da SAB, como o nome já sugere, do Sul do país, fazendo parte, portanto, os sócios da SAB residentes nos estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina e Paraná.

Realiza-se de dois em dois anos (2/2) o encontro da SAB Sul para apresentações de trabalhos, discussões a respeito dos próprios trabalhos, mas também das regras que envolvem o trabalho arqueológico.

Este ano o evento está em sua oitava edição. O segundo encontro da SAB (um nacional e este regional) que participo. Até o momento este está bem interessante com conferências de assuntos diversos, os quais não domino muito, uma vez que a minha formação não é na área de arqueologia, embora esteja envolvido e pretendendo fazer meu TCC, mestrado e Doutorado com esta temática.

Conferências como a apresentação da Renata Garraffoni, ontem, de sua tese na Itália, precisamente em Pompéia, a qual discute as diversas imagens da arena romana e dos gladiadores que foram produzidas pelos historiadores modernos e por meio de fontes escritas e cultura material estuda os cotidianos de gladiadores e das camadas populares que apreciavam os munera (obras/locais públicas/os) durante o século I d.C. Achei interessante a discussão, ela saiu na região da pesquisa e deparou-se com um prostíbulos, os quais tinham grafites (diferente do atual) em locais específicos para anúncios - era exposto sentimentos de tristeza, alegria e amor. Ou, um dos mais encontrados, propagandas políticas, isto mesmo (deixo vocês pensarem a respeito). E até anúncios de cunho sexual (performaces das pessoas e até experiências, segundo a pesquisadora, das mais diversas), pelo que lembro estes principalmente dentro dos prostíbulos. (mais info. baixe a tese: http://cutter.unicamp.br/document/?code=vtls000314339).

Já hoje, presenciei comunicações orais a respeito de Arqueologia Pré-Colonial. Jês do Sul era um dos assuntos mais tratados. A apresentação a respeito dos Sítios do Alto Uruguai rendeu uma boa discussão: apartir de quantas peças encontradas pode-se considerar sítio arqueológico? Segundo as pessoas que dominam mais o assunto, presentes na sala, a resposta é: Menor que 3 peças encontradas é considerado ocorrência, mas quando o arqueólogo encontra, como no caso do trabalho do DeMasi, mais de 70 mil peças próximas uma das outras, em um longo percurso, quantos sítios se encontram ali? Algo bem discutível, não acham?

Amanhã acompanharei os trabalhos de zooarqueologia e arqueobotânica. O que tenho mais interesse, diga-se de passagem, já que não foge da minha formação, biologia marinha. Acho que deu para passar um panorama do que é e o que está acontecendo na VIII Encontro da SAB Sul. E continuo verificando que a Biologia não é comentada como área parceira de pesquisa arqueológica, o que me faz seguir cada vez mais na área, além de gostar bastante e cujo foi me dado oportunidade de entrar na parte da pesquisa científica.