sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Crise temporária na Cantareira?


O interessante é ver a variação de períodos e locais de chuvas no país. Estes tempos tivemos muita chuva, cheias no Rio Uruguai, no RS. Enquanto isto em SP a chuva não auxilia para aumentar o nível da Cantareira.

Pensando na atual situação da Cantareira, pensei em fazer este breve post sobre os tipos (classificação) dos impactos, acidentes ou desastres ambientais.

O impacto, acidente ou desastre ambiental pode ser temporário, permanente ou cíclico

• impacto temporário - quando temos conhecimento da duração do efeito (impacto ambiental);

• impacto permanente - quando ocorrido, o efeito se mantém temporalmente;

• impacto cíclico - quando o efeito se manifesta em intervalos de tempo determinados.

Esperamos que a chuva apareça, moderadamente (não pensando em enchentes, mas para aumentar nível de água), em SP.

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Palestra Maria Minayo - Univille


Sutilezas da Seleção Natural



1.   Indicação da referência bibliográfica

ORR, H. Allen. Sutilezas da Seleção Natural. Scientific American Brasil. Ano 07; nº 81, fev. 2009.

2.   Resumo do texto

O darwinismo foi revolucionário não porque produziu argumentos enigmáticos sobre a biologia, mas por que sugeriu que a lógica implícita na natureza é surpreendentemente simples.
Atualmente, a aceitação da seleção natural não corre risco, mas o estudo da mesma não está completo. O estudo da seleção natural é uma área mais ativa na biologia que há duas décadas.
A melhor forma de observar a evolução por seleção natural é estudar organismos cujo ciclo de vida seja curto o suficiente para que muitas gerações possam ser analisadas.
Adaptabilidade. É a probabilidade de sobreviver ou se reproduzir em um determinado ambiente.
A maioria das mutações aleatórias é prejudicial – isto é, reduz a adaptabilidade: somente uma minúscula minoria é benéfica.
A evolução adaptativa é um processo de dois estágios: mutação e seleção. A cada geração, a mutação traz novas variações genéticas para as populações. A seleção natural realiza uma triagem: o rigor do ambiente reduz a frequência das variações “ruins”, e aumenta a ocorrência das “boas”.
Geneticistas especialistas em populações também contribuíram para a seleção natural ao descrevê-la matematicamente.
A maior parte dos biólogos concorda que a seleção natural geralmente ocorre em nível de organismos ou tipos genéticos individuais. A razão é que o período de vida dos organismos é muito mais curto que a das espécies.
Ninguém duvida que a seleção natural leva à evolução da maior parte dos traços físicos nos seres vivos, mas ainda há dúvidas sobre o grau de responsabilidade da seleção natural na condução de mudanças no nível molecular.
Kimura argumenta que a evolução molecular, em geral, não é conduzida por uma seleção natural “positiva”. Em vez disso são seletivamente neutras. Como as mutações neutras são basicamente invisíveis no ambiente atual, essas alterações podem estar adormecidas numa população alterando bastante sua composição genética ao longo do tempo.
O resultado, do estudo realizado por Begun e Langley, ambos na University of California, sugere que a evolução neutra é importante – pois, parte dos 81% restantes dos genes estudados podem ter divergido por causa da deriva genética (mutações neutras). Porém, isto prova que a seleção natural exerce um papel muito mais importante na diferenciação das espécies que a maioria dos defensores da evolução neutra poderia imaginar.
Até recentemente, pouco se sabia sobre as alterações genéticas que formavam a base da evolução por adaptação.
O aumento da adaptabilidade a partir de uma mutação benéfica pode ser muito insignificante, tornando a mudança evolutiva um tanto lenta. Uma forma de enfrentar esse problema é inserir populações de organismos que se reproduzem rapidamente em ambientes artificiais, onde as diferenças de adaptabilidade são maiores e a evolução é, portanto, mais rápida.
Alguns cientistas alertam que a evolução experimental pode envolver pressões seletivas severas não naturais. Por isso, é preciso estudar a seleção em indivíduos mais complexos, sob condições mais naturais.
Os evolucionistas geralmente observam populações ou espécies separadas a muito tempo, de modo que as diferenças de adaptação entre elas, produzido pela seleção natural, são rapidamente identificadas. Os biólogos podem então, estudar essas diferenças geneticamente.
Um dos argumentos mais audaciosos de Darwin a favor da seleção natural é que ela explicava como novas espécies surgiam. Ao contrário de Darwin, os biólogos modernos geralmente utilizam o chamado conceito biológico de espécie. A ideia principal é que as espécies estão reprodutivamente isoladas uma das outras.
Acredita-se que duas populações devam estar geograficamente isoladas antes que um isolamento reprodutivo possa evoluir.
Outra evidência do papel da seleção natural na especiação surgiu inesperadamente. Na última década, vários geneticistas evolucionistas identificaram meia dúzia de genes que causam a esterilidade ou inviabilidade de híbridos. Os genes desempenham várias funções normais dentro da espécie: codificando enzimas, proteínas estruturais e outros ainda codificam enzimas que se ligam ao DNA.
Estudos com os mímulos e com a esterilidade de híbridos de moscas-das-frutas é somente a ponta do iceberg de uma literatura vasta e crescente, que revela o papel da seleção natural na especiação. De fato, a maioria dos biólogos concorda que a seleção natural é a força evolucionária, mas também a origem de novas espécies.
Registro de comentários e críticas ao texto
O artigo, a meu ver, tem a ideia de informar que os estudos sobre a seleção natural é algo em expansão, assim como a área da biologia de um modo geral. E salienta que no meio acadêmico, a seleção natural é a teoria mais aceita

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Ciências, Inovação e Tecnologia em Joinville

Prefeitura de Joinville - Material de Imprensa

Inscrições abertas para a 2ª Feira de Ciências, Inovação e Tecnologia de Joinville
Joinville,
6/8/2014 09:04:27

Alunos da rede pública e privada de Joinville terão espaço para divulgar seus trabalhos na 2ª Feira de Ciências, Inovação e Tecnologia de Joinville (Fecitej). As pré-inscrições ocorrem até o dia 7 de setembro, através do site da Secretaria de Educação, no link https://educacao.joinville.sc.gov.br/conteudo/42-FECITEJ.html. Basta clicar em Pré-inscrição, preencher e encaminhar o formulário. O evento será realizado nos dias 1º, 2 e 3 de outubro, no Centro de Convenções e Exposições Expoville.
Podem participar estudantes da Educação Básica (Educação Infantil Pré-Escola, Ensino Fundamental e Ensino Médio), Ensino Técnico e Ensino Superior e seus respectivos professores/orientadores do município de Joinville. Os projetos submetidos podem estar em andamento ou concluídos. Os trabalhos selecionados para apresentação na Feira serão divulgados a partir do dia 15 de setembro.
Os primeiros, segundos e terceiros colocados em cada categoria serão premiados com medalhas. Professores/orientadores e equipes expositoras recebem medalhas de honra ao mérito, conforme inscrição. Instituições classificadas em 1º lugar em cada categoria receberão troféu.
Ano passado, um dos destaques da primeira edição do evento foi o Kart Cross construído com peças sucateadas, desenvolvido durante o curso de Mecânica Automotiva – Autobox, oferecido pela unidade Cesita (Centro Social do Itaum) da Fundação Albano Schmidt (Fundamas).
A Feira de Ciências, Inovação e Tecnologia de Joinville é realizada pela Secretaria de Educação. O objetivo é despertar o interesse em temas científicos, tecnológicos e de inovação, por meio da socialização de trabalhos produzidos na sala de aula. Estão contempladas as redes municipal, estadual, federal e privada de Joinville. Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail fecitej@gmail.com.
Categorias e quantidades de trabalhos a serem escolhidos para a Fecitej 2014:
Educação Infantil Pré-Escola: 10
Ensino Fundamental Anos Iniciais: 20
Ensino Fundamental Anos Finais: 20
Ensino Médio: 15
Ensino Técnico: 15
Ensino Superior: 20


Informações adicionais
Diego Rosa
Secretaria de Comunicação (Prefeitura Municipal de Joinville)
E-mail: drimprensa@gmail.com
Telefone:

Enviado automaticamente pelo sistema Gerenciador de Notícias do Governo de Joinville

Centro de Informática e Automação do Estado de Santa Catarina

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Cartilha sobre parasitos em peixes de cultivo

Cartilha sobre parasitos em peixes de cultivo
Pensando em amparar técnicos e piscicultores, foi lançado em 2012 pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) a cartilha "Coleta de parasitos em peixes de cultivo". O objetivo da publicação é informar a importância da avaliação e detecção das condições parasitárias dos peixes, dando suporte aos procedimentos exigidos para uma análise correta. O material conduz...



Tenha acesso a a cartilha clicando aqui.