quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Projeto para ajudar na relação mãe-filha

Projeto financiado pelo Fundo da Infância e Adolescência (FIA) de Joinville quer ajudar mães e filhas adolescentes a se relacionarem melhor. O trabalho será desenvolvido gratuitamente pelo Centro de Estudos e Orientação da Família (Cenef).

As inscrições estão abertas até o dia 20 de março e podem ser feitas pelo telefone 3422-7033 ou pelo e-mail repensar2015@gmail.com. O Cenef fica na rua Urussanga, 444, bairro Bucarein. 

O projeto “(Re)pensar: as novas perspectivas e demandas da relação entre mães e filhas... os seus papeis na contemporaneidade” vai atender até 20 adolescentes de 12 a 16 anos e suas respectivas mães. As atividades serão desenvolvidas em grupo, todas as quartas-feiras, a partir de abril. As adolescentes se encontram às 16 horas, e suas mães, às 19 horas.

As atividades serão desenvolvidas pelas psicólogas Maria Cláudia Corrêa e Amanda Kanzler. O objetivo é dar suporte às meninas e também para as suas mães que, muitas vezes, têm dificuldade de entender a fase que as filhas estão vivendo, que é a adolescência. “Queremos que mãe e filha vejam as qualidades que existem na relação e o papel de cada uma delas”, destaca Maria Cláudia.

As pessoas inscritas vão passar primeiro por uma triagem com as psicólogas. A intenção é verificar quais casos se encaixam para atendimento em grupo ou se há situação que deve ser encaminhada para atendimento individualizado no próprio Cenef ou outro local.
O projeto proposto pelo Cenef foi aprovado pelo Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA) no final do ano passado para financiamento pelo FIA em 2015. Foram destinados R$ 27.524,00. 


Texto da Secretaria de Comunicação (Prefeitura Municipal de Joinville)
E-mail: drimprensa@gmail.com

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

E-books e Revistas Trial

A B-ON (Biblioteca do Conhecimento Online) está disponibilizando aos seus membros, em modo trial, até ao próximo dia 19 de março, mais de 2600 ebooks e artigos científicos da Editora IGI Global.

A IGI Global é uma editora norte americana, fundada em 1988, com publicações nas áreas das Ciência da Informação, Gestão, Saúde, Engenharias e Educação, indexadas em bases de dados como a Scopus, Web of Science, DBLP, INSPEC, etc.

Este trial permite o acesso a uma coleção de ebooks da editora, a InfoSci-Books, que conta com mais de 2600 livros em texto integral em diversas áreas, tais como, Negócios, Medicina, Educação, Engenharia e Tecnologia. Disponibilizando ainda o acesso à coleção InfoSci-Journals que conta com cerca de 150 revistas científicas. O texto integral das mesmas está disponível nos formatos PDF e HTML, sendo possível a exportação das referências para ferramentas de gestão bibliográfica.

http://www.igi-global.com/gateway/

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Astrofísica em Joinville

Um novo curso está para chegar em Joinville. O prof Alexandre Zabot vai começar neste semestre um curso de Astrofísica.

Um curso completo de Astrofísica, dividido em dois módulos. Cada módulo tem duração de um semestre.

A ideia de Zabot é dar este curso por vários semestres, enquanto houver interessados.

Caso tenha interesse mas não possa fazer agora, fique tranquilo que nos próximos semestres irá abrir turmas

Mais informações no site:

http://zabot.paginas.ufsc.br/astro/

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Assunto em pauta: Dengue

Vamos falar hoje do assunto mais falado no momento, A DENGUE!

Por não ter sintomas específicos, a doença pode ser confundida com várias outras, como leptospirose, sarampo, rubéola. São doenças que provocam febre, prostração, dor de cabeça e dores musculares generalizadas. Um médico consegue, por exames em laboratório, definir a doença e tratá-la corretamente.

Histórico no Brasil

Existem relatos da doença desde meados do século XIX e início do século XX no Brasil, a circulação dos vírus da dengue só foi comprovada laboratorialmente em 1982 em Boa Vista (RR), ficando o país sem notificação de casos por quatro anos.

Mosquito


O mosquito transmissor da dengue, Aedes aegypti, é originário do Egito, na África, e vem se espalhando pelas regiões tropicais e subtropicais do planeta desde o século 16, período das Grandes Navegações.  
Quem contamina é fêmea, pois o macho apenas se alimenta de seivas de plantas. A fêmea precisa de uma substância do sangue (a albumina) para completar o processo de amadurecimento de seus ovos. O mosquito apenas transmite a doença, mas não sofre seus efeitos.


A dengue e o tempo
A idade ideal do mosquito para transmitir a doença é a partir do 30º dia de vida. O Aedes tem um ciclo total de 45 dias.
Uma vez contaminado, o homem demora entre 2 e 15 dias para sentir os sintomas da doença.

Sintomas


99% dos infectados têm febre, que dura cerca de sete dias. Pode ser branda ou muito alta, dependendo do indivíduo e da força do vírus, da virulência.

25% apresentam manchas vermelhas em todo o corpo, as chamadas exantemas. Como o vírus se instala também próximo aos vasos, é comum estes inflamarem e ficarem evidentes na pele.

50% têm prostração, indisposição.

60% têm dor de cabeça.

50% têm dor atrás do olho.


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Número de casos de dengue no Brasil aumentou 57,2% neste ano, é o que diz o


Em janeiro foram identificados aproximadamente 41.000 pacientes com a doença. Ano passado no mesmo período o registro era de 26.017 casos.

Este aumento é atribuído, em parte, à crise de água.
Qual a relação? Com a crise de água muitas pessoas armazenam a água em lugares improvisados, portanto, água parada nas casas.

São Paulo é o campeão em número de casos (fazendo a ligação com a crise de água, faz sentido) – 43% do total do país. Mas é o Estado do Acre que tem a maior incidência – aproximadamente 340 casos por 100 mil habitantes.

Embora o número de casos tenha aumentado, não é motivo para tanto alarde, pois o número de casos graves e mortes teve queda, comparado ao ano passado.

O melhor remédio é a prevenção, e para isto o Ministério da Saúde realizou, sábado dia 7 de janeiro, a segunda edição do Dia D a fim de alertar a população sobre as medidas a serem tomadas para evitar criadouros de Aedes aegypti.

sábado, 7 de fevereiro de 2015

Falta de comunicação ciência-sociedade

Recentemente foi publicada no blog de Herton Escobar, do Estadão, a reportagem “Atenção: Este alimento contém DNA!”. Onde o autor escreve que

pesquisas retratam a dificuldade de cientistas se comunicarem com a sociedade sobre temas de grande complexidade (às vezes nem tanta, só vocês lerem a reportagem), como alimentos transgênicos, mudanças climáticas e pesquisas com animais. http://ciencia.estadao.com.br/blogs/herton-escobar/atencao-este-alimento-contem-dna/

Realmente, falta contato primário entre a ciência (básica, pois não adianta querer explicar coisas muito complexas ao público geral) e a população. Pois querer que venha escrito nos alimentos "contém DNA", pra mim é demais! E não se surpreendam, pois há mais que DNAs nos alimentos que vão a sua mesa. É, contém células, organelas, RNAs...

Muitas vezes se tem ideias para a aproximação ciência-sociedade, mas faltam oportunidades e interesse dos meios de comunicação, principalmente rádios e redes de televisão abertas, ou seja, de fácil acesso a população - tem pessoas da área científica com capacidade para elaborar alternativas para este contato ciência-sociedade, ainda mais juntos com uma equipe multidisciplinar - televisão, marketing, designer, artes, etc.


Outra questão é o acesso a população e interesse da mesma. Os canais Futura e Cultura, por exemplo, são canais de televisão aberta que realmente passam um pouco de ciência ao público, mas se você colocar uma antena comum em casa não pegam, e se pega na televisão de algumas pessoas, estas preferem assistir BBB, novela, etc. (não querendo, mas já julgando). Assim fica mais difícil os cientistas/pesquisadores criarem contato direto com a população. Mas temos que tentar e insistir, porque o povo precisa saber, o tomate "contém DNA"!