domingo, 28 de abril de 2013

Sala verde





terça-feira, 23 de abril de 2013

Curso Preparatório para Embarque como Observador na Pesca

http://www.univali.br/cmc/UNIVALI_2013.png

Estão abertas as inscrições para o “Curso Preparatório para Embarque como Observador na Pesca”, realizado pela Universidade do Vale do Itajaí – UNIVALI.
O observador de pesca também denominado de observador científico é definido como o profissional capacitado indicado por entidade ou centro especializado de pesquisa e/ou ensino para desenvolver, a bordo de embarcações pesqueiras, rotinas de trabalho de caráter científico e/ou educativo

Objetivo

O curso tem como objetivo proporcionar através de aulas teóricas e práticas noções de sobrevivência no mar, bem como capacita o candidato para trabalhar na coleta de dados a bordo de embarcações de pesca e pesquisa.
OBS: Os participantes do curso poderão atuar como observadores nos Projetos desenvolvidos pela UNIVALI, os quais necessitam destes profissionais para a coleta de dados e a realização de testes de equipamentos em embarcações de pesca.

Programação

- Segurança Pessoal e Responsabilidade Social
- Primeiros Socorros
- Prevenção e Combate a Incêndio
- Trabalho a bordo
- Técnicas de Sobrevivência Pessoal e Procedimentos de Emergência no Mar.

Informações Relevantes

Vagas: 40 candidatos
- Data do Curso: 20 a 24 de maio de 2013
- Carga Horária: 43 horas e 30 minutos
- Horário do curso: 8:00 as 17:50 hs (Em um dia a aula finalizará após as 20:00 horas)
- Período de inscrição: 22 de abril a 14 de maio.
- Confirmação da realização do curso: até o dia 16 de maio de 2013.
- Valor do curso: R$ 325,00 para acadêmicos da Univali e R$ 450,00 para interessados externos.
- Formas de pagamento: A inscrição pode ser feita online com pagamento via boleto bancário ou lançamento na mensalidade de graduação (a vista) ou ainda via cartão de crédito (a vista ou parcelado)
- Inscrições: https://www7.univali.br/elis2/usuario/web/index.php/
- Informações: http://www.univali.br/default.aspx?P=1700&A=open:news:item:12620&S=1

Evento educação ambiental, ambientalização e sustentabilidade


segunda-feira, 22 de abril de 2013

"Hobbits" - Homo floresiensis


Segundo cientistas japoneses, que fizeram um scanner tridimensional do crânio de um desses indivíduos, o hobbit de Flores seria um puro produto da evolução local, um descendente perdido do Homo erectus, que teria progressivamente encolhido através das gerações para adaptar suas necessidades aos recursos pouco abundantes no local.

Salvar animais em derramamento de petróleo - curso



Camisetas COMAR


domingo, 21 de abril de 2013

Principais atividades humanas responsáveis pela emissão de gás carbônico




  • Processos industriais e uso de produtos (4,5 milhões - em São Paulo)
  • Agropecuária (1,9 milhão - em São Paulo)
  • Carros (queima de combustível)
  • Agricultura
  • Desmatamento (maior fonte emissora do gás no Brasil)
  • Energia (78,5 milhões de t em São Paulo)

      Soluções


  • Eficiência elétrica / economia de energia
  • Fiscalização e aplicação de leis, no caso de desmatamento
  • Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL), ferramenta do acordo de Kyoto que gerou um mercado no qual, países ricos podem bancar medidas de mitigação para os pobres em troca de abatimento nas suas cotas de redução
  • Uso de energia renovável, limpa
  • Andar mais de ônibus, e não cada pessoas sair com um carro
  • Usar biocombustível

O teorema de Hardy-Weimberg



Este teorema, formulado em 1908 pelos cientistas Hardy e Weimberg, tem o seguinte enunciado:    
 
Em uma população infinitamente grande, em que os cruzamentos ocorrem ao acaso e sobre o qual não há atuação de fatores evolutivos, as freqüências gênicas e genotípicas permanecem constantes ao longo das gerações.

Este teorema, então, só é válido para populações:

* Infinitamente grandes;

* Com cruzamentos ao acaso;

* Isentas de fatores evolutivos, tais como, mutação, seleção natural e migrações.
  
Uma população assim caracterizada encontra-se em equilíbrio genético. Na natureza, entretanto, não existem populações sujeitas rigorosamente a essas condições.
 
A importância do teorema de Hardy-Weimberg para as populações naturais está no fato de ele estabelecer um modelo para o comportamento dos genes. Desse modo, é possível estimar frequências gênicas e genotípicas ao longo das gerações e compará-las com as obtidas na prática. Se os valores observados são significativamente diferentes dos valores esperados, pode-se concluir que fatores evolutivos estão atuando sobre essa população e que ela está evoluindo. Se os valores não diferem significativamente, pode-se concluir que a população estão equilíbrio e que, portanto, não está evoluindo.

Para demonstrar esse teorema, vamos supor uma população com as características por ele pressupostas. Nessa população, chamaremos de p a freqüência de gametas portadores do gene A e de q a freqüência de gametas portadores do gene a.
 
Os genótipos possíveis são AA, Aa e aa e as freqüências genotípicas em cada geração serão:

*
AA: a probabilidade de um óvulo portador do gene A ser fecundado por um espermatozóide portador do gene A é: 
  p  X p²
*
Aa: a probabilidade de um óvulo portador do gene a ser fecundado por um espermatozóide portador do gene a é:              
q  X  q  = q²
*
Aa: a probabilidade de um óvulo portador do gene A ser fecundado por um espermatozóide portador do gene a é:              
p  X  q  = pq
Aa: a probabilidade de um óvulo portador do gene a ser fecundado por um espermatozóide portador do gene A é:             
q  X p  =  qp
   
Hardy e Weimberg compreenderam que esse resultado nada mais era do que o desenvolvimento do binômio (A+B) elevado à Segunda potência, aprendido em álgebra elementar:
(a+b)² = A² + 2ab = b²
Chamando de p a freqüência de um gene e de q a freqüência de seu alelo e sabendo-se que p+Q =1, obtem-se a fórmula de Hardy-Weimberg:

A fórmula de Hardy-Weimberg pode ser escrita dos seguintes modos:
p² + 2pq + q² = 1
OU
p² + 2p(1-p) + (1-p)² = 1

Drogas em baladas

Com os episódios de mortes com uso de drogas em baladas, o jornal ANotícia fez uma reportagem especial no jornal de hoje (sábado/domingo 20 e 21/04/2013)

Expansão do esgoto em Joinville

Próxima encrenca? Vejo que a expansão do tratamento de esgoto (se é que entendi corretamente) é algo fundamental, algo que vem ao bem. Mesmo que tenhamos que pagar uma taxa e fazer/pagar a ligação, a Babitonga e seu animais, e até nós moradores de seu entorno, agradecemos por este tratamento. Temos que pensar nas questões ambientais, a longo prazo. Muitos vão reclamar, se já não reclamam da poluição ao ir as praias da região.

Esse trabalho de esgoto em Joinville é algo a ser aplaudido, ganhar votos (coisa que ninguém vê de bons olhos). Como mencionado estes dias em sala de aula, Joinville tem 15% de seu esgoto tratado. Uma cidade que suporta empresas de tubulações grandes. Lamentável.


quinta-feira, 18 de abril de 2013

Festa do camarão - Vila da Glória/São Francisco do Sul


Curso de Ecologia Quantitativa (Bioestatística) aplicada à Biologia da Conservação

 
Curso de Ecologia Quantitativa (Bioestatística) aplicada à
Biologia da Conservação

 
     
 
Como aplicar testes estatísticos no desenvolvimento da pesquisa científica?
 
     
 
17 a 21 de julho de 2013
 
 
 
 
No planejamento das etapas de coleta, interpretação e análise de dados, a Ecologia Quantitativa é uma ferramenta de grande utilidade, que auxilia o pesquisador a organizar as idéias e obter respostas diretas e objetivas às perguntas formuladas em seu trabalho.
PÚBLICO-ALVO
Profissionais da área ambiental que desenvolvem pesquisa em campo e alunos envolvidos em programas de mestrado ou doutorado.
CONTEÚDO
- O conhecimento da metodologia científica e da filosofia dos testes estatísticos para orientar a escolha dos métodos de trabalho;
- O uso de testes e pacotes estatísticos para a análise de dados em pesquisas nos campos da ecologia, da história natural e da biologia da conservação;
- Aspectos da comunicação científica para a produção de teses de mestrado, doutorado e para a publicação de trabalhos em periódicos.
Exemplos de testes e análises que podem ser abordados durante as aulas (a escolha dos testes tratados durante o curso dependem do perfil e demanda dos participantes, identificada e discutida no primeiro dia de aula):
- A lógica da estatística inferencial
- Tipos de variáveis e testes estatísticos
- Elaboração de hipóteses
- Poder de teste e delineamento amostral
- Utilização de softwares estatísticos
- Qui-quadrado
- Teste para amostras dependentes
- Análise de variância (ANOVA): simples, fatorial e medidas repetidas
- Testes não-paramétricos (Teste U, Kruskall-Wallis, Teste de Wilcoxon,)
- Regressão linear simples e múltipla
- Estimativa de riqueza de espécie a partir de técnicas de reamostragem (Jackniffe).
INSTRUTOR
Marcos Vinícius Carneiro Vital
- Trabalha atualmente com Ecologia Teórica, Conservação da Biodiversidade e Evolução.
- Professor de Ecologia Experimental e Modelagem em Diversidade Biológica na Universidade Federal de Alagoas.
- Doutor em Entomologia pela Universidade Federal de Viçosa.
- Mestre em Biologia (área de concentração: Ecologia) pela Universidade Federal de Goiás.
- Biólogo formado na Universidade Federal de Viçosa (MG).
INVESTIMENTO
À vista: R$ 1.360,00*
Parcelado: R$ 1.360,00 (primeira parcela R$ 490,00 + 3x R$ 290,00)
O valor de curso inclui 5 dias dehospedagem, refeições diárias, material didático e certificado de participação. O IPÊ oferece traslado gratuito em horário pré-determinado (Aeroporto de Guarulhos – IPÊ e Rodoviária de Atibaia – IPÊ. O CBBC não cobre despesas de viagem.
* Valor com desconto para pagamento antecipado.

quarta-feira, 10 de abril de 2013

2º maior Museu Oceanográfico do Mundo - Piçarras

O acervo do Museu Oceanográfico Univali reúne coleções excepcionais em diversos grupos de grande importância científica, destacando a maior coleção de conchas da América Latina, com 88.813 amostras que incluem as duas conchas mais procuradas por colecionadores no mundo; a maior coleção de mamíferos marinhos do Brasil, com 708 lotes que incluem baleias, golfinhos, focas, lobos e leões marinhos de diversas espécies; a maior coleção da América Latina de tartarugas marinhas, com 644 lotes; a maior coleção de elasmobrânquios (tubarões e raias) da América Latina e a quarta maior do mundo, com 5017 espécimes que incluem exemplares raríssimos e únicos em nosso continente.

Mais info.: http://www.picarras.sc.gov.br/conteudo/?item=7398&fa=1&cd=155898

terça-feira, 9 de abril de 2013

Curso de Estudos de Biodiversidade para Avaliação da Qualidade Ambiental

Curso de Estudos de Biodiversidade para Avaliação da Qualidade Ambiental


A aplicação de estudos de flora e fauna no contexto do EIA/RIMA



10 a 14 de julho de 2013



Quando avaliamos os impactos potenciais decorrentes de ações, planos, programas ou projetos precisamos entender como incorporar a variável biológica nos processos de tomada de decisão. Desacelerar a redução do número de espécies depende da nossa capacidade de avaliar, manejar e conservar os ambientes naturais remanescentes. Mas como monitorar a situação atual e prevenir novas perdas? Qual a importância e confiabilidade dos estudos sobre flora e fauna no contexto do EIA/RIMA? Inventariar espécies é o primeiro passo para a sua conservação, mas esta etapa não representa um diagnóstico completo da qualidade e integridade biológica de um local. É essencial saber aplicar estratégias complementares para diagnosticar o estado da biodiversidade local, bem como ser capaz de identificar os méritos e problemas de cada metodologia. Neste curso serão apresentadas algumas alternativas que podem ser empregadas dentro deste contexto.

PÚBLICO-ALVO

Profissionais da área ambiental sejam pesquisadores, estudantes, pessoas do setor público ou privado.

CONTEÚDO

- A perda de biodiversidade e os esforços aplicados para diagnosticar e monitorar o seu estado – Legislação Ambiental
- Conceito de impacto ambiental e breve histórico da inserção da variável ambiental nos processos de tomada de decisão
- Resoluções do CONAMA (001/86 e 237/97) e conteúdo do EIA/RIMA
- Métodos de análise de impactos e avaliação ambiental estratégica
- A articulação da AIA com outros instrumentos de políticas como o zoneamento e licenciamento ambiental
- Avaliação Ambiental Estratégica (AAE): procedimento de aplicação da AIA em fases superiores de planejamento (políticas, planos e programas).
- A importância dos estudos sobre a flora e fauna no contexto do EIA/RIMA. Onde e como podemos atuar nos diagnósticos?
- Levantamentos florísticos: caracterização de uma comunidade vegetal e quais as informações que podem ser obtidas. Aplicação do conceito de bioindicadores para plantas. A relação entre a descrição de fitofisionomias e o processo de sucessão ecológica.
- Levantamentos faunísticos: montagem de listas de espécies. Espécies guarda-chuva, bioindicadoras e hotspots. Importâncias e aplicabilidades destes conceitos no contexto de EIA/RIMA e análise sobre a eficiência e confiabilidade dos seus usos.
- Métodos que contribuem com o aproveitamento do tempo disponível para a realização de EIAs. Onde e como podemos obter dados biológicos? Procedimentos de coleta e amostragem de flora e fauna.
- Prática de campo para aplicação dos principais métodos de coleta.

INSTRUTORES

Marcelo Montaño
Possui graduação em Engenharia Mecânica pela Universidade de São Paulo (1998), mestrado em Engenharia Hidráulica e Saneamento pela Universidade de São Paulo (2002) e doutorado em Engenharia Hidráulica e Saneamento pela Universidade de São Paulo (2005). A partir das pesquisas desenvolvidas, e como forma de complementação da formação acadêmica, iniciou em 2007 o curso de bacharelado em Ciências Sociais na Universidade Federal de São Carlos. Professor do Departamento de Hidráulica e Saneamento da EESC/USP, atualmente é responsável pelas disciplinas Instrumentos de Política Ambiental, Licenciamento Ambiental, e Ciências do Ambiente para Engenharias. É professor do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Engenharia Ambiental, onde desenvolve pesquisas em Instrumentos de Política Ambiental, Análise de Viabilidade Ambiental e aplicações em geoprocessamento. Tem experiência em projetos na área de Engenharia Ambiental (licenciamento e avaliação de impacto ambiental), e aplicações de Instrumentos de Política e Gestão Ambiental. Seus interesses recaem sobre os mecanismos que atuam no processo de tomada de decisão e inserção da variável ambiental nos projetos de desenvolvimento.

Christiane Corrêa
Graduada em Ciências Biológicas e mestre em Ecologia e Conservação pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul. É doutora em Ecologia pela Universidade Estadual de Campinas e atua em trabalhos na área de Ecologia, com ênfase em Ecologia vegetal. Atualmente faz pós-doutorado em Ecologia pela Universidade Federal de Minas Gerais. Seus principais projetos envolvem descrição dos principais padrões encontrados em comunidade e populações vegetais, bem como os fatores que determinam esses padrões. Atualmente tem ministrado cursos de curta duração sobre uso de Bioindicadores de Flora, no IPÊ, e populações e comunidades vegetais.

Marcelo Pereira de Souza
Professor da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto da USP, onde leciona as disciplinas de Política Ambiental e Avaliação de Impacto Ambiental e professor do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Engenharia Ambiental da Escola de Engenharia de São Carlos da USP. Pós-Doutor pela Clark University (EUA) e pela Oxford Brookes University (Inglaterra). Mestre e Doutor pela Faculdade de Saúde Pública pela Universidade de São Paulo. É graduado em Engenharia Civil pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, em Administração de Empresas pela Universidade Mackenzie e em Direito pela Faculdade de Direito de São Carlos.

Ricardo Oliveira Latini
Possui graduação em Zootecnia e aperfeiçoamento em Ciências Biológicas pela Universidade Federal de Viçosa (UFV) e mestrado em Ecologia, Conservação e Manejo da Vida Silvestre pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). É professor da Faculdade UNIPAC de Educação e Ciências de Betim (MG), onde leciona disciplinas na área da ecologia e biologia da conservação. Desde 2006 atua como consultor na área de ictiologia em estudos de impactos ambientais de empreendimentos hidrelétricos e, atualmente, é responsável pela execução dos estudos ictiológicos dos planos de controle ambiental de algumas Pequenas Centrais Hidrelétricas em Minas Gerais.

INVESTIMENTO

À vista: R$ 1.275,00*
Parcelado: R$ 1.275,00 (primeira parcela R$ 450,00 + 3x 275,00)

O valor do curso inclui 5 dias de hospedagem, refeições diárias, material didático e certificado de participação. O IPÊ oferece traslado gratuito em horário pré-determinado no percurso Aeroporto de Guarulhos – IPÊ e Rodoviária de Atibaia – IPÊ. O IPÊ não cobre despesas de viagem.

* Valor com desconto para pagamento antecipado.



FAÇA A SUA INSCRIÇÃO

Informações: www.ipe.org.br / cbbc@ipe.org.br

55 (11) 4597-1327 / 9 9981-2601

Se você não deseja mais receber nossos e-mails,
cancele sua inscrição.

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Aprovação de comunicações e posters - UNESC

Prezados;

Estaremos divulgando no dia 09/04/13 (terça feira) a lista com as Comunicações e Posters para serem apresentadas nas IX Jornada de Arqueologia Ibero-americana e I Jornada de Arqueologia Transatlântica que decorrerão entre os dias 01 a 04 de Maio de 2013 - Unesc - Criciúma - SC - Brasil.

Palavras da organização do evento.

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Ônibus para o Congresso Brasileiro de Biologia Marinha

Ai galera, divulgando informação para os interessados em irem ao Congresso Brasileiro de Biologia Marinha, que ocorre em Floripa.

"Referente ao CONGRESSO BRASILEIRO DE BIOLOGIA MARINHA, que ocorrerá em, Florianópolis/Maio, estamos orçando um ônibus, mas para isso precisamos saber quantas pessoas vão e se já estão confirmadas no congresso.
Por isso repasso uma lista virtual: https://docs.google.com/forms/d/1hUzgfP6B_c3f8ZmdCQk-FaaMUCyXy_G1qd_bQrUVGRs/edit

É só entrar no link e Colocar seu Nome, email e telefone/celular.
Peço para que só os confirmados no Congresso e alunos da univille preencham o formulário!!"

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Primeira ligação de celular completa 40 anos

Nesta quarta-feira, a primeira ligação feita por um telefone celular completou 40 anos. Há exatas quatro décadas, Martin Cooper, engenheiro norte-americano da Motorola, ligava do aparelho Motorola DynaTAC para seu principal rival, o também engenheiro Joel Engel, líder da equipe de pesquisas da empresa Bell Labs.

O mesmo modelo da Motorola, viria a ser, dez anos depois, o primeiro telefone celular a entrar no mercado, com o nome de DynaTAC 8000x . Na época, o aparelho custava mais de US$ 3 mil (equivalente a US$ 8 mil, atualmente), uma fortuna até se comparado com os modelos de hoje — o iPhone 5, da Apple, pode ser encontrado no mercado americano por pouco mais de US$ 600.

Arcaico quando comprado com os modelos atuais, o Motorola DynaTAC pesava cerca de 1 kg e tinha quase 23 cm de altura. Ele não era muito funcional também, pois sua bateria durava apenas 20 minutos.

No Brasil, o primeiro celular chegou ao mercado foi o o Motorola PT-550, em 1990. Atualmente, o País tem 263 milhões de linhas de celulares, segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

Fonte: Anotícia

Você Sabia? TV Câmara

Você sabia que a Câmara de Vereadores de Joinville tem canais, que você pode acompanhar as discussões? Acesse http://www.cvj.sc.gov.br/sessao-ao-vivo/ao-vivo-1 e assista ao vivo

10ª Feira do Livro de Joinville



A décima edição da Feira do Livro de Joinville começa nesta quarta-feira, dia 3, com a abertura para visitação as 17 horas e solenidade oficial as 19h, com a palestra "O valor da cultura na formação do homem", com a participação do jurista e escritor Péricles Prade, presidente da Academia Catarinense de Letras.

Leia mais em: http://ow.ly/jHvvu