terça-feira, 12 de julho de 2011

As tartarugas vistas de perto - Litoral Brasileiro


Tartaruga-de-couro ou gigante
Nome científico: Dermochelus coriacea
É a tartaruga grandalhona, chega a pesar 700 quilos. A maior já encontrada no mundo tinha 2 metras e meio de comprimento. Não apresenta casco de queratina como as outras tartarugas, e sim uma pele fina e resistente, por isso recebe esse nome. Alimenta-se de "guloseimas" gelatinosas, como àguas-vivas e medusas, caçadas em grandes profundidades. É a tartatuga mais ameaçada no Brasil e também uma das mais raras no mundo

Tartaruga-cabeçuda ou mestiça
Nome científico: Caretta caretta
Recebe este nome, por ter uma cabeça grande mesmo. Não é a das maiores, fica entre 100 e 180 quilos, mas alimenta-se bastante: moluscos, carangueijos e mexilhões. Vive em alto mar, perto da superfície, mas, quando adulta, aventura-se em nadar mais fundo, entre 20-25m de profundidade.

Tartaruga-verde ou aruanã
Nome científico: Chelonia mydas
Comum em todo o território brasileiro. Tem, em média, 1,5m de comprimento, pesa cerca de 200 quilos e vai mudando de hábitos ao longo da vida.
Filhote - alimenta-se de tudo, adora carne
Juventude - vira herbívora e passa a nadar também em águas mais frias.
É a menos ameaçada entre as presentes no Brasil, pois coloca seus ovos em ilhas afastadas da costa - Atol das Rocas, Fernando de Noronha e Trindade.

Tartaruga-de-pente, verdadeira ou legítima
Nome científico: Eretmochelys imbricata
Vive nos oceanos Atlântico, Índico e Pacífico, sempre em águas quentes e rasas - por isso é a que mais tem interação com os humanos e a mais ameaçada. Come esponjas, anêmonas, lulas e camarões. Chega a 127 quilos e 114 centímetros de comprimento, tem duas unhas, como garras, nas nadadeiras.

Tartaruga-oliva
Nome científico: Lepidochelys oliviacea
É a menor das presentes no Brasil. Com peso até 60 quilos e apresenta um casco verde-acizentado de menos de 1m. É a mais ligeirinha para ter filhos, entre 11 e 16 anos, já bota ovos. Gosta de águas rasas e comer peixes, moluscos, crustáceos, águas vivas e, de vez em quando, algas. Está mais ameaçada no Brasil, do que em outra parte do mundo.

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